A ganhadora da foto enfofurada!

Assim como essa foto linda, demais, enfofurada a ganhadora a partir de agora poderá escolher uma para encaminhar para a queridíssima Luciana do Lalelilolu illustration.

O sorteio foi realizado hoje pela manhã com a ajuda do Thomas. Optei em fazer do jeito mais tradicional, escrevendo os nomes, dobrando os papéis e tudo mais. Foi uma diversão para ele! Até filmei, mas desisti de compartilhar com vocês, pois demorou muito para transferí-lo pra o You Tube.

Seguem algumas fotos para as participantes.





Uma dica: a pessoa fez a inscrição quase no último minuto do segundo tempo. Mesmo assim teve sorte!!! Quem será???

Foi a....



Parabéns! Parabéns para a Ilana!

Agora tem que prometer mostrar a foto enfofurada para nós :). Certo!?

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Semelhança ou a mesma forma



Através dessas fotos vocês conseguem dizer quem é o Felipe? Quem é o Lucas? Confunde? É nítido quem é quem?

Muitas pessoas que nos conhecem e acompanham nossa história desde o nascimento do Felipe sempre dizem que eles se parecem muito. Verdade! Também acho...

Nesse último final de semana estávamos todos juntos olhando as fotos do Thomas e do Felipe quando eram bebê. Foi uma diversão, pois toda foto do Felipe bebê Thomas e o próprio Felipe diziam que era o Lucas.



Parecem mais com o pai? Comigo? Dizem as "más línguas" :) que o único que parece mais comigo é o Thomas, talvez porque desde bebê sempre foi mais moreno, com o cabelo mais escuro. 



 Vocês também tem essa impressão? ou Acham que os três se perecem bastante?

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Todo aniversário dá o que pensar*


"- Parabéns pra você, nesta data querida... muitos anos de vida!"

É isso mesmo amigas virtuais, reais, esse mês o blog Nova Vida, Vida Nova completou 2 anos. Para comemorar nada melhor que imaginar algo similar a essa imagem acima feita pela queridíssima e parceira Stasia Burrington. Uma imagem que representa todas vocês junto comigo e, de verdade, sintam-se uma delas ao meu lado, pois ter o blog é bom demais, já falei o tanto que é meu diário, que compartilho acontecimentos, angústias, alegrias e tristezas, mas tê-las como leitoras, interlocutoras com palavras tão verdadeiras, idéias tão distintas favorecem um tanto, mostram o quanto é bom ter alguém (mesmo distante) para dividir e suscitar novas atitudes e pensamentos.

Agradeço você que sempre lê meus posts, que deixa comentários, que sempre passa por aqui, mesmo que seja somente para dar uma espiada nas imagens e fotos. 

Atualmente tenho uma troca constante com muitas de vocês. Algumas já conheci ao vivo e a cores, muitas estão presentes diariamente no meu dia a dia, pois tenho grande consideração e faço questão de acompanhar a história, seja você real ou virtual. Saibam que sua experiência de vida, de ser mãe enriquece de certa forma a minha trajetória como pessoa, mãe e por morar fora do meu país de origem.

Então... " - é pique, é pique, é pique, é pique, é pique... ao blog, ao blog, ao blog... rá-tim-bum..." obrigada parceiras! Obrigada a todas vocês leitoras!

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Não encerro essa comemoração aqui, mas trago um assunto para conversarmos que atualmente leio bastante a respeito que é o fato de expor os filhos nos blogs, também através de fotos. Um assunto que tenho considerações a fazer, ao mesmo tempo, dúvidas e uma enorme vontade de entender melhor os porquês de fazer ou não a exposição.

Há pouco tempo atrás a Cíntia escreveu sobre o ato de blogar, expor os filhos, sobre o fato de “escrever” sobre muitos acontecimentos diários da própria vida. Um texto que complementa muito o que penso, no qual ter um blog está implícito expor opiniões e acontecimentos. Que exige coragem para mostrar para um público conhecido ou não, algo que torna-se sem controle mediante a internet. Nesse aspecto, que considero que as pessoas, blogueiras enxergem maiores problemas. Não é mesmo? O fato de milhares de pessoas terem acesso e poderem fazer uso das imagens e informações sobre a vida.

Sem dúvida, é um risco que todas nós decidimos ter quando criamos o blog e por isso haja um limite para cada uma, ou seja, o quanto compartilhar. 

Quando criei o blog tinha muito claro que o intuito era compartilhar minha “nova” vida na Alemanha, além de “falar” sobre como é ser mãe e ter um, dois e, agora, três filhos. Sempre escrevi para registrar sendo uma espécie de diário, para socializar acontecimentos e as fotos dos lugares, da nossa família. Uma maneira de marcar o tempo, os acontecimentos principais, aproximar e dar notícias para os familiares e amigos mais próximos.

Por um instante passou pela minha cabeça deixar ter acesso somente os conhecidos, mas conversando com um, escrevendo mensagens para outras pessoas cheguei a conclusão que teria mais ganhos do que perdas abrindo o blog e deixando todos lerem. Verdade! Em dois anos, jamais tive algum tipo de incomôdo e preocupação. Muito pelo contrário, conheci pessoas maravilhosas, criei um vínculo virtual muito bacana com várias mães, blogueiras, além de trocar vários emails interessantes com pessoas que desejavam mudar de país.

Também não vejo porque mascarar a vida, não contar, falar sobre ela. Lógico que há uma moderação nisso tudo. É por isso que deve haver um cuidado nessa exposição. Primeiro considerando a criança em si, o próprio corpo, a imagem, como não colocar os filhos totalmente sem roupa ou fotos de terceiros sem autorização. Segundo que há uma preoucupação com o futuro, ou seja, como o filho reagirá quando souber, ler tudo que foi escrito sobre a vida dele, única e exclusiva.

Gosto de escrever! Gosto mais ainda do quanto as imagens revelam, complementam um post. Colocar imagens, desenhos feitos, por exemplo, pela Stasia Burrington e fotos mostram um tanto sobre o que escrevi, releva também, já que muitas vezes possibilita um olhar diferenciado e pessoal para quem vê.

Considero a imagem rica nesse sentido. Não quero que seja algo somente para atrair os leitores, algo com caráter totalmente publicitário. Há riscos nisso tudo? Sempre penso que quando uma pessoa deseja fazer o mau, usar algo contra nós, acaba encontrando um meio, por mais que dificultamos o caminho.

Expor no Brasil, expor na Alemanha ou em qualquer parte do mundo tem suas diferenças. Todas nós corremos risco, isso é fato! No Brasil a questão da falta de segurança é um agravante e um motivo maior de preocupação. Na Alemanha, há muitos casos de pedofilia. Nos EUA, em outros lugares tem também outros aspectos relevantes.

Considerando tudo isso, talvez seja melhor fechar o blog? Não expor mais a vida? Não falar mais sobre os filhos? Não postar mais fotos?  

Muito comum também ver em diversos blogs fotos com marca d’água, com molduras e escritas. Será que isso é o melhor que temos a fazer? Dificultar esse acesso! Pode ser... pode ser um bom caminho.       

Lanço todas essas perguntas pois realmente gostaria de debater, criar esse espaço de troca sobre esse assunto. Nos dias de hoje, com toda a facilidade a informação, aos recursos e tecnologia, de verdade, dá medo, a gente se preocupa em preservar quem amamos.

Será que o melhor seria colocar uma máscara? Uma máscara assim como a dos meus filhos?



Por falar, em máscara. Vocês viram que beleza de foto! Que trabalho impecável! Virei fã do enfofuramento que a Luciana faz em fotos. Adorei! Ahhh se pudesse juntar sempre o trabalho da Stasia com o da Luciana... seria perfeito!

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Vocês também gostaram? Então, saibam que em comemoração ao aniversário do blog e a esse tema do post farei o sorteio de um enfofuramento em uma foto. Caso seja sorteada você poderá ter uma foto da sua escolha completa de detalhes feito pela queridíssima Luciana. Legal, não? Você escolhe a foto, combina tudo com ela e, em seguida, poderá usá-la no seu blog, para álbum de fotos, porta-retrato etc. Vale lembrar que tem umas regrinhas para o uso que será feito desse trabalho.

Quer participar? Ficou apaixonada também... Então, é fácil:

1) Participe e deixe seu comentário sobre esse assunto que a meu modo de ver / ler há tantas controvérsias.
2) Dê um curtir aqui - Lalelilolu illustration
3) Seja seguidora do Nova Vida, Vida Nova

Pronto! Agora é só ficar de olho nesse blog e também no Lalelilolu studios, pois o sorteio será realizado na próxima quinta-feira (31.01.2013). 

Boa sorte e obrigada pela participação!

*Título: participação especial da Luciana Azevedo

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Vínculo, afeto, carinho, abraço, beijo...



O brasileiro em si é extrovertido, fala pelos cotovelos, sorri, dá gargalhadas, muitos e na maioria das vezes procuram agradar a todos, mesmo que isso não seja a mais pura verdade, que venha do coração, que haja total sinceridade.

Muito diferente do povo alemão e digo isso pois pelo tempo de convívio percebo que as pessoas são mais sérias, francas, sinceras, independentes, sem rodeios e mais fechadas. Sorrir? Sim! Sorriem para quem conhecem e numa situação específica.

Sou brasileira! Gosto do jeitinho de ser brasileiro! Gosto de uma boa receptividade. Vivo na Alemanha, admiro alguns aspectos do povo alemão, mas outros realmente questiono e se puder pego o binóculo para ver bem de perto.

Apesar das atitudes que as pessoas tem comigo, algumas que me deixam de boca aberta e pensativa, não me incomodam ao ponto de chorar, bater o pé e querer sumir daqui. Convivo numa boa, reclamo, a depender do dia, do meu humor, mas logo passa. Acredito que para o adulto seja mais fácil lidar com o aperto de mão e simplesmente com palavras mais secas, uma comunicação mais sucinta. Mas e as crianças? Como elas ficam diante desse jeito das pessoas e dos próprios pais?

Por um lado pode ser que as crianças não sintam falta de carinho, abraço e beijo. Pode ser que tenham nascido nesse ambiente, no qual há muito mais conversa do que abraço, beijo e conversas sobre os sentimentos. Tudo bem? Outra cultura, costumes! Tudo bem nada! Acho tudo muito estranho...

Lembro de uma escola que trabalhei no qual as crianças me chamavam por Dona Celi, depois quando mudei para cá, lembro das primeiras semanas quando obervava as crianças dando a mão para cumprimentarem as professoras. Até hoje é assim! Acho estranho, principalmente quando falamos de crianças. Não precisa chamar de tia, convidar para ir na própria casa, mas vale um carinho, um abraço, um colo, um beijo e palavras carinhosas. Pelo que observo no Kindergarten é raro. Fazer o que? Acostumei com essas cenas, mas não me conformei...

Sempre observo no Kindergarten a relação entre pais e filhos. Não posso generalizar, pois há poucas mães que abraçam os filhos, beijam ao invés de dizerem somente Viel Späß (bom divertimento!). Esse é um dado real da minha observação, melhor dos momentos que pego meu binóculo.

Outro que já notei são os momentos que os pais levam os filhos aos parquinhos ou mesmo quando estão no jardim (área externa da casa) ao lado deles. Nem sempre parece que há espontaneidade na ação e interação entre eles. Algo que parece uma relação harmoniosa, com grande vínculo, que deve ser um passatempo com sinônimo de diversão, parece muitas vezes uma obrigação, um momento com pouca alegria e receptividade.

Será que estou equivocada? 

O que sei é que preservo o que aprendi desde pequena, o que estudei durante anos sobre criação do vínculo com as crianças. Dar atenção, colo, ouvir, olhar no olho, abraçar e beijar são alguns gestos tão singelos e importantes na relação com o outro, principalmente com os filhos.

Como a gente sabe e não cansa de escrever, dizer, as crianças aprendem conosco, elas imitam atitudes mesmo antes de compreendê-las.

Por isso, preservo esse carinho, esse momento tão importante na minha família! Parece que sou a galinha e seus pintinhos, que quero preservar demais, que sou muito grude, chiclete. Gosto, gosto desse contato físico com meus filhos! É o mínimo que posso fazer para transmitir tanto amor que tenho por eles.

Agora, querem saber o bom de tudo isso? É ver meus filhos, por livre e espontânea vontade, antes de dormir, ao acordar, antes de ir para a escola ou caso o irmão esteja doente falar: Bom dia! Dormiu bem? Você está melhor?; abraçar, beijar, pegar na mão. Enfim expressar carinho com o outro! Uma relação entre irmãos que está sendo construída, com bases tão desejáveis aos olhos dos pais.

Falar sobre sentimentos vividos durante o dia. Sabem que esse é outro aspecto relevante que temos feito diariamente. Sempre antes de dormirem conversamos sobre o dia, fazemos uma retrospectiva, no qual falam sobre o momento mais feliz e o que foi triste ou não gostaram. Uma maneira de pensar, lembrar, comemorar ou mesmo rever atitudes. 

Olham um para o outro, Felipe ajuda Thomas a lembrar os acontecimentos, dá um beijo e diz: “Durma bem!”

Desejo que sejam assim, carinhosos entre si e com as outras pessoas. Tudo isso ao meu modo de ver, toda essa postura depende principalmente dos pais. Precisamos dispor tempo para conversar com nossos filhos. Atualmente há muita informação, uma tecnologia que saltam aos olhos e que se faz cada vez mais necessário a presença, o contato físico, muito carinho e diálogo. 

Também acha que é uma sementinha que precisamos regar todos os dias?

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Coisinha pequena

Assim como de costume fui buscar os meninos na escola. Sempre na correria, pois primeiro busco um e, em seguida, o outro. Calculando o tempo para não atrasar, pois aqui corre o risco de ter que pagar pelos minutos extras ao contrato. Entre uma fala apressando o filho para colocar a roupa de neve, a bota, a touca, a luva, pegar a lancheira; filho vira e diz:

“- Mamãe hoje tenho uma surpresa!”

A mãe, neste caso eu, que adora ouvir o que o filho conta sobre o que fez na escola pede para ver. Filho olha na sala de aula, procura, procura, olha no banco onde coloca a roupa e finalmente encontra na gaveta onde guarda os desenhos. Logo, diz:

“- Olha o que eu fiz hoje!”

“- Nossa família. Aqui é você, o papai, o...”

Logo fico emocionada ao ver o desenho. Acho lindo! Lindo demais! Pois cá entre nós, qual é a mãe que não acha maravilhoso o desenho, a pintura, a arte que o filho faz? Mãe olha e encontra sempre um significado na atitude, algo que foi espontâneo e desejado. E por mais que seja educadora, que pense sobre os traçados, os detalhes, as possibilidades de cores, a proposta da escola, o pouco incentivo das professoras, nesse momento deixa tudo de lado e abraça, identifica um sentimento, uma harmonia e sorri.

Elogia e corre, corre com o filho para a outra escola. Não perde o horário, mas volta para casa pensando no valor sentimental dessa coisinha pequena, o primeiro desenho da família que a deixou tão feliz!


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